O gerente geral da agência de turismo CVC, Bruno Cesar Quilici, conta que os países com neve na América do Sul são os mais procurados. "Na Argentina, de junho a agosto, a estação mais famosa ganha o apelido de Brasiloche", brinca. Fora de casa o seguro de viagem é uma medida de segurança para o turista, mesmo para um simples resfriado.
"O seguro funciona 24 horas, 365 dias no ano e pode ser acionado com um simples telefonema", explica Quilici. A cobertura varia de produto para produto, em geral, abrange a assistência médica (com valores pré-fixados), odontologia de urgência, medicamentos (durante hospitalização e assistências ambulatoriais), traslados médicos, repatriações (médica ou funerária) e outros benefícios como assistência em caso de roubo ou perda de documentos, reembolso em gastos por atraso ou cancelamento de voo, localização e indenização por extravio de bagagem. A apólice também pode ser especial para gestantes, idosos, etc.
O custo para viagens nacionais de uma semana é, em média, de R$ 21. Na Europa, o turista sem seguro pode ser barrado. Pelo mesmo período o valor mais em conta é de US$ 43.