Juliana Fontanella
Os fonoaudiólogos têm uma particularidade na formação. Eles estudam temas de Exatas, Biológicas e Humanas. É assim, multidisciplinares desde a faculdade que eles se tornam profissionais de várias facetas.
A maioria das pessoas tem ‘quase’ certeza sobre o que eles fazem e é, por isso, que no mês onde os fonoaudiólogos são homenageados (nove é o dia deles), a professora Vivian Ferreira Dias, do Cesumar, esclarece a amplitude desse atendimento. "É o fonoaudiólogo que ajuda o bebê prematuro a aprender os movimentos de sugar que vão permitir que ele se alimente sozinho. Quando o idoso tem alguma dificuldade em deglutição (ato de engolir) nós também o ajudamos", explica. "Em resumo, atendemos pacientes de todas a faixas etárias", destaca.
Terapias que ajudam pessoas que perderam a capacidade auditiva em acidentes de trabalho, bem como a indicação e adaptação de aparelhos auditivos, são atribuições dos fonoaudiólogos. Além disso, pessoas que têm dificuldade de aprendizagem e problemas relacionados à escrita, como a dislexia, também são pacientes nos consultórios deles. "O trabalho com a voz pode ser terapêutico ou estético, profissionais da comunicação podem aprimorar a fala, já os paciente que precisam remover a laringe, podem reaprender a falar", cita.
A Fonoaudiologia é um campo muito vasto e oferece postos de trabalho em escolas, hospitais, clínicas especializadas, ambulatórios. "Nós podemos atuar também nas empresas onde os trabalhadores são expostos a níveis mais altos de ruído e orientar ações preventivas que ajudam a evitar que eles percam a capacidade auditiva", ressalt
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