Localizar objetos perdidos em rodovias é uma das tarefas dos profissionais que integram a equipe de inspeção de tráfego da concessionária Viapar. E o que para eles é rotineiro, poderia significar um grande alívio para muita gente que perde os próprios pertences pelo caminho.
Poderia, mas não é o que acontece, pois apenas 5% são reclamado pelos donos, apesar de seu valor financeiro ou sentimental.
A lista é grande: são achados desde documentos como CPF, RG e CNH, a roupas de todo tipo, cobertas, travesseiros, bolsas e até mesmo rodado duplo de caminhão, para não falar em aparelho de TV, bicicletas e álbum de fotografias. 
Os mais corriqueiros, segundo a auxiliar de logística da empresa, Fátima Aparecida Zamboti, são varas de pescar, vale pedágio, óculos, placas, bonés, colchões, aparelhos de telefone celular e outros.
Ela explica que ao ser recolhido, um objeto é encaminhado até a praça de pedágio mais próxima, onde fica por 15 dias aguardando que o proprietário o procure. Isto não acontecendo, é levado para a sede da empresa em Maringá, onde permanece por mais 30 dias.
Esgotado esse segundo prazo, é enviado então para o setor de achados e perdidos dos Correios, enquanto que agasalhos, brinquedos e dinheiro em espécie seguem para entidades assistenciais. (Com informações da Viapar)